in Ejaculação Precoce

Entendendo a Ejaculação

O orgasmo é o estágio final da seqüência sexual, começando esta pelo desejo, seguindo para a fase de estímulo e, finalmente, se resolvendo no orgasmo. Nos homens, o orgasmo é tipicamente marcado pela ejaculação, seguida por queda da ereção do pênis e um período relaxamento, o qual inibe uma ereção posterior por um período de tempo variável de pessoa a pessoa.


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Neurologicamente a ejaculação pode ser entendida como sendo um componente eferente (motor) de um processo reflexo, o qual se inicia com a estimulação sensorial sobre a glande do pênis. Apesar do componente sensorial não ser necessariamente crítico e indispensável ao processo todo, haja visto a ocorrência da ejaculação espontânea durante o sono, ele claramente facilita o reflexo e é considerado muito importante para a resposta sexual pela maioria dos homens
As terminações nervosas e os receptores corpusculares, ambos presentes por toda a glande, são possíveis locais para os receptores mediadores do reflexo estimulação-ereção(1). Os sinais aferentes do pênis (aferentes porque vão do pênis ao cérebro e não ao contrário), atravessam o componente sensorial do nervo pudendo e entram pela medula na altura do sacro (osso da pelve).

Durante a ejaculação os nervos simpáticos do sistema nervoso autônomos, neste caso aferentes (do cérebro para o pênis) estimulam as contrações da musculatura lisa nos canais deferentes (que conduzem o esperma), na vesícula seminal e na próstata para gerar a emissão seminal e o fechamento do colo vesical, por onde sai a urina.

Todo este processo dispara um reflexo secundário, iniciando-se com a sensação uretral de emissão do esperma, sensação esta agradavelmente percebida pela pessoa, e então dispara o componente somático do reflexo, o qual diz respeito às contrações dos músculos do pênis (bulbocavernoso e isquiocavernoso). Essas contrações penianas são mediadas colinergicamente e associadas com a sensação subjetiva prazerosa do orgasmo.

Tendo em vista o fato de muitos homens conseguirem ter algum controle moderado sobre o processo ejaculatório, embora os mecanismos psicológicos para isso ainda não tenham sido bem explicados, acredita-se que os processos de orgasmo mediados no sistema nervoso central (e não no pênis) tenham um papel modulador, tanto facilitador como inibidor sobre a ejaculação.

Nas questões ejaculatórias o nível de estímulo sexual (psicológico) da pessoa é um dos fatores mais importantes, assim como também são importantes as atitudes conscientes cognitivas, como por exemplo o foco da atenção durante o ato sexual, as atitudes afetivas e comportamentais, como por exemplo as posições na cama, a coordenação de tempo, etc. Tudo isso pode influenciar o limiar ejaculatório(2).

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