in Ereção Masculina

Disfunção Erétil na Terceira Idade

A sexualidade dos idosos é baseada por estereótipos, disfunção ou insatisfação. Geralmente, os jovens acreditam que os idosos não são atraentes fisicamente, são desinteressados por sexo e incapazes de praticá-lo. Estes estereótipos, unidos à falta de informação, induzem as pessoas a um pensamento e a uma atitude pessimista em relação ao sexo na velhice.


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A impotência sexual é definida como disfunção erétil. É um problema comum que atinge parte dos homens. Pode ocorrer a disfunção sexual ocasional ou a ausência total de ereção, devido a causas que podem ter origem fisiológica ou psicológica.

As razões mais frequentes das causas psicológicas são o homem sentir medo, ira, sofrer frustrações e ânsia pelo desempenho, entre outros. Neste caso, pode afetar a autoestima, provocando a ansiedade e a depressão. Geralmente acontece quando existem problemas interpessoais ou desentendimento entre o casal.

As razões mais comuns sobre as causas orgânicas da impotência são os problemas vasculares, entre outras causas gerais.

Com o passar do tempo, nota-se uma considerável diminuição de resposta aos estímulos. O que é consideração dentro da normalidade no processo de envelhecimento. Uma atividade sexual regular ajuda a manter a habilidade o sexo.

O interesse sexual costuma diminuir nas mulheres, ao contrário dos homens. O estado civil, o status social e a presença de doenças afetam definitivamente a atividade sexual. As doenças cardíacas, insuficiência coronariana e infartos recentes podem gerar estados de ansiedade e insegurança.

As doenças mais comuns que podem ocorrer nesta fase influenciando definitivamente na vida sexual são as artrites (problemas articulares), a próstata (resseção transuretral parcial ou total) e o câncer de mama.

O homem pode perceber algumas mudanças como, por exemplo; o prolongamento do tempo necessário para haver uma ereção completa, a ereção pode não ser firme ou ampla, diminuição do tempo em manter a ereção antes da ejaculação, redução da força de ejaculação e aumento de duração da fase refratária, percepção mais limitada do fato que a ejaculação está para vir, perda de ereção depois de um orgasmo ou mais tempo para obter outra ereção, necessidade de uma maior estimulação manual.

Na década de 80, os pacientes injetavam uma substância medicinal no pênis. Essa substância causa a dilatação dos vasos sanguíneos e provoca uma ereção que dura aproximadamente uma hora. O uso prolongado pode gerar problemas de isquemia.

 

Em 1998 surgiu a molécula Sildénafil, comercializada com o nome de Viagra®, que melhora a função erétil masculina. Pois favorece o relaxamento dos músculos lisos e é utilizada no tratamento da impotência. Esta forma de tratamento deve ser utilizada apenas com a orientação médica.

Os efeitos colaterais mais comuns do Viagra® são a diminuição da pressão arterial, dor de cabeça, manchas vermelhas no rosto, falta de ar, mal de estômago, infecção das vias urinárias, diarréia, congestão nasal, alteração da vista, entre outros.

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